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o el relato de lo irrelevante
sábado, 9 de febrero de 2013
Entrenar
viernes, 8 de febrero de 2013
Não concordo com o acordo
Eu sou estudante de português, como de certeza já viram os portugueses que leram este blogue (faço erros), se houve algum.
Justo quando comecei estudar português algum esperto tive a ideia de mudar as normas ortográficas. Assím é que tenho (como o resto dos colegas nas aulas) um bom embrulho com as velhas e novas regras. Na minha opinião o acordo é uma seca. Acho que é bastante idiota. E há malta mais preparada do que eu que acha o mesmo.
Segundo tenho lido em alguns artigos, escritos por eruditos e escritores, o acordo apenas passa a fala para a escrita e, além disso, favorece uma certa preponderância do português do Brasil sobre os demais. Acho que não tem sentido tirar todos os acentos, por exemplo, porque muitas vezes servem para distinguir palavras. Ou não pôr letras que não se lêem como em "óptimo". É como se escrever abreviado, como escrevemos no telemóvel, fosse correcto. Pois não. Além disso, tão precisa era esta mudança?
Desde agora declaro a minha insubmissão a estas regras. Vou continuar escrevendo à moda portuguesa.
Justo quando comecei estudar português algum esperto tive a ideia de mudar as normas ortográficas. Assím é que tenho (como o resto dos colegas nas aulas) um bom embrulho com as velhas e novas regras. Na minha opinião o acordo é uma seca. Acho que é bastante idiota. E há malta mais preparada do que eu que acha o mesmo.
Segundo tenho lido em alguns artigos, escritos por eruditos e escritores, o acordo apenas passa a fala para a escrita e, além disso, favorece uma certa preponderância do português do Brasil sobre os demais. Acho que não tem sentido tirar todos os acentos, por exemplo, porque muitas vezes servem para distinguir palavras. Ou não pôr letras que não se lêem como em "óptimo". É como se escrever abreviado, como escrevemos no telemóvel, fosse correcto. Pois não. Além disso, tão precisa era esta mudança?
Desde agora declaro a minha insubmissão a estas regras. Vou continuar escrevendo à moda portuguesa.
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